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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Deus, o cálculo das probabilidades, e a Catedral de Campinas

Um momento de reflexão sob um ângulo diferente

O cálculo das probabilidades nos tranquiliza.




Era altamente improvável que alguém de meu conhecimento estivesse na Catedral, e que, mesmo estando lá, estivesse no mesmo instante dos disparos, e ainda menos provável que fosse uma das 9 vítimas, das quais 5 fatais... Práticamente impossível que algo tivesse acontecido a alguém de meu relacionamennto.

Mas é bom que quem vive em Campinas tenha confirmado estar bem...Isso é muito bom, mesmo para quem tem a tranquilidade do conhecimento dos cálculos de probabilidades...

Einstein disse que Deus não joga dados, ou seja, que nada é ao acaso. Então, sendo todos iguais perante Deus, cuja probabilidade de existência nem estou questionando, de 7,5 bilhões de gentes no mundo, só cerca de 100 estavam correndo risco de morte na Catedral, e destes 100, só 9 foram atingidos, e a justiça não foi divina nem da lei. O "demônio" nos tirou esse prazer e se suicidou...

Uma parte do mundo diz "graças a Deus", e de nove famílias atingidas, só 4 dizem "graças a Deus", porque as de 5 vítmas fatais não agradecem nada... Choram e calam-se!

A existênia de Deus prescinde de sua atuação diária no Universo- e no caso em sua própria "casa", a catedral de Campinas. Se Deus interferiu, foi há cerca de 14,5 bilhões de anos, e se outros universos existem, ntão já foi há tantas eternidades, que se pode considerar nunca ter havido um início de Universo, um Deus para "fazê-lo". Há leis qe regem este universo, e uma delas é a das probabilidades, mas....

... Tam fortis est Deus, qui non indigetis ut glorificetur

Rui Rodrigues


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