Arquivo do blog

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Não é "populismo"


(Precisa-se entender a diferença entre pró-paganda e pós-paganda)
A imprensa internacional ainda vende o sonho de liberdade, igualdade, fraternidade, e de conceitos "populares" do que deve ser um governo. As maiorias podem ser - e são- as menos bafejadas pelo sucesso financeiro, mas não são burras. Agora têm acesso à Internet e aprendem, sabem, conhecem o que se passa pelo mundo de "boas falas" e péssimos resultados.
Antigamente houve líderes populistas. como Stalin, Mao, Perón, Lula, que falavam e o povo vinha atràs embevecido pelo "bom falar". Só esses "líderes" transmitiam o que "todo cidadão deveria pensar", como se o povo fosse acéfalo....
Agora não: Os representantes do povo são os que entendem o que a maioria dos cidadãos quer. Foi por isso que mesmo contra ele, Trump, os partidos republicano e democrata, o viram eleger-se. Não é Trump que "pensa assim" ... É uma sintonia com o que povo quer, e vai ser reeleito, depois de 4 anos com toda a matilha mediática internacional nos calcanhares... E assim foi com o Brexit, Theresa May, e terá sucesso também com Bolsonaro. Os franceses se enganaram com Macron, e Macron não entendeu nada e pensou que se elegera por ser "populista" e que podia fazer o que quisesse..Macron vai perder a governabilidade e pode sofrer impeachment..
Nos dias de hoje, não se pode mais ser populista, enganar-se com os votos, ainda mais quando eram comprados... Quem se engana, cai do cavalo. A mídia que reclama ainda não entendeu a diferença entre pró-paganda e pós-paganda, voto comprado e voto livre...
(Claro que Trump só cumprimentou Obama e Michele, e não Jimmy Carter nem Bill Clinton e Hillary. Eu faria o mesmo. Hillary é do tempo do populismo)

A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas sentadas e terno

Rui Rodrigues

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Grato por seus comentários.