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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Crônicas de cabo Frio. Um dia qualquer


Melhor dizendo, um dia como outro qualquer...

Disseram que iria chover e aqui estou esperando a chuva, na rua, sentado num ponto de ônibus olhando um cachorro revirar uma lata de lixo em frente ao supermercado da cidade. A espera por ônibus em Cabo Frio permite ler quase um livro inteiro do tamanho de " O Império Contra- Ataca'' do Isaac Azimov. Ou isso ou entender o que é Azimute num gravador ou em Astronomia... Como sou otimista achando que o ônibus passaria em instantes, peguei meu celular que vai chegar da Suécia e digitei "Tatá Werneck"... Mas logo em seguida acrescentei "nua". Pra ver se colava...

Colou!... Digite qualquer nome e acrescente 'nua' que com muito azar pode até encontrar presidenciáveis. Esses conseguem grana sem precisar dessas coisas. Basta ser família de algum figurão ou figurona...

Ela tem cara de gente muito 'séria" tipo que ri pouco, o que não quer dizer nada, mas conseguiram que ela posasse para a VIP... Aí me perdi, porque tem muita gente boa se pelando por uns bons trocados... Casar, hoje em dia, só pra quem, que eu não.

Acho que perdi o Ônibus, e nem sei como cheguei em casa se aqui não passa nenhum... Sem fotos, pra não me chamarem de tarado.

E agora chamam 'Nudes'... Cudes... Bundes... Xotes.. xoxotes... bucetes... Tudo pra falar "diferente"... Ora tenham a santa paciência...

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No meu tempo ficávamos maluquinhos vendo mulher levantar a perna em filmes de cancan rodados no far west americano...

Rui Rodrigues

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